Astrônomos descobrem novo planeta anão feito de gelo.



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Um novo planeta anão foi descoberto nas profundezas geladas do espaço além da órbita de  Netuno,afirmaram pesquisadores.

O novo objeto tem cerca de 700 km de diâmetro - apenas 5% da largura da Terra - e uma das órbitas mais longas para um planeta anão: estima-se que leve 700 anos para viajar em torno do Sol.
Batizado com o nome provisório de 2015 RR245, o pequeno mundo foi identificado pelo telescópio Canadá-França-Havaí, dentro do projeto de pesquisa Outer Solar System Origins Survey (Ossos).


"Os mundos gelados além de Netuno podem mostrar como os planetas gigantes se formaram e depois se moveram para longe do Sol. Eles permitem construir a história do nosso Sistema Solar", disse Michele Bannister, da Universidade de Vitória, no Canadá.
"Mas quase todos esses mundos gelados são pequenos e pouco nítidos; é realmente empolgante encontrar um grande e brilhante o suficiente para que possamos estudá-lo em detalhe."

Acredita-se que haja cerca de 200 planetas anões no Cinturão de Kuiper, a enorme massa de pedaços de rocha e gelo que orbitam além de Netuno.
Mas apenas cinco objetos - Ceres, Plutão, Haumea, Makemake e Eris - foram observados o suficiente para serem classificados como planetas anões, e não luas, planetoides ou outros objetos.
Representação da órbita do RR245 (linha amarela), que seria um dos maiores do Cinturão de Kuiper. Objetos tão brilhantes ou mais brilhantes aparecem com seus nomes (Foto: Projeto OSSOS/Divulgação)
Geologia 
Mundos que orbitam longe do Sol possuem geologia exótica, com paisagens feitas de diferentes materiais congelados, como a passagem da sonda New Horizons por Plutão revelou recentemente.
Após centenas de anos viajando a mais de 12 bilhões de quilômetros do Sol, o RR 245 está rumando para sua maior aproximação, a 5 milhões de quilômetros, ponto que deverá atingir em 2096. A Terra, por exemplo, está a 150 milhões de quilômetros do Sol.

O RR 245 vem mantendo sua órbita altamente elíptica por ao menos 100 milhões de anos. Como o objeto só foi observado em um dos sete anos que leva para viajar em torno do Sol, sua órbita precisa será refinada ao longo dos próximos anos, quando o planeta anão também receberá um nome definitivo.
Como descobridores do objeto, a equipe internacional de astrônomos do projeto Ossos poderá apresentar o nome de preferência para avaliação da União Astronômica Internacional.

Fonte: G1 
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